Categoria:Exploração
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Apenas os fatos
Marte é o quarto planeta a partir do Sol. Um dos cinco planetas observado por antigas civilizações. Sétimo maior em tamanho. Seu diâmetro médio é de 6.780 quilômetros. Tem quase a metade do tamanho da Terra. Também é conhecido como Planeta Vermelho. Sua cor varia entre o castanho-amarelado e o avermelhado. Terceiro objeto mais brilhante no céu noturno, depois da Lua e do planeta Vênus.
Duas luas de forma irregular, que medem apenas alguns quilômetros de largura.
Sua lua maior e mais próxima chama-se Fobos. Na mitologia grega, Fobos é o filho de Ares (Marte) e em grego, a palavra significa “medo”.
A lua menor e mais distante é Deimos. É uma das menores luas do nosso Sistema Solar. Na mitologia grega, Deimos também é filho de Ares (Marte), e seu nome significa “pânico”.
- Sua massa equivale a 1/10 da Terra. A força da gravidade é menos da metade da que experimentamos em nosso planeta.
- Marte não possui um campo magnético detectável circundando o planeta. No entanto, pequenos campos remanescentes foram detectados em regiões isoladas.
- Ele recebeu o nome do deus romano da guerra, da agricultura e do estado. (Grego: Ares)
- Marte também deu origem ao nome do mês de março.
- A Mariner 4 foi a primeira espaçonave a visitar Marte em 1965.
- Viking 1 e Viking 2 pousaram em Marte em 1976.
- A órbita de Marte é elíptica. O planeta fica uma distância 1,5 vezes maior do Sol do que a Terra.
- Marte é significativamente menor que o Planeta Terra. Curiosamente, a área da superfície de Marte é quase igual à área da nossa superfície terrestre.
- Marte é um lugar muito frio. As temperaturas variam entre -125 graus centígrados nos pólos a 20 graus centígrados no equador.
- Marte possui uma atmosfera com padrões e sistema climático próprios. Ventos fortes e nuvens densas se movem por toda a superfície do planeta, provocando grandes tempestades de poeira que às vezes recobrem todo o planeta.
- Marte leva 687 dias da Terra para dar a volta ao redor do Sol.
- Um dia em Marte dura 24 horas, 39 minutos e 35 segundos.
- Os pólos marcianos têm uma inclinação de 25 graus, o que permite estações similares às que temos na Terra.
- Sua atmosfera é composta por 95,3% de dióxido de carbono, 2,7% de nitrogênio e 1,6% argônio.
- Marte é vermelho por causa da ferrugem. Há uma grande quantidade de ferro oxidado (enferrujado) no solo marciano. O ferro oxidado pode parecer marrom, laranja ou vermelho de acordo com o nível de oxidação.
Por que Marte?
Bem mais fácil tecnicamente, e com possíveis benefícios econômicos, seria uma visita a um asteróide próximo da Terra. Mais dramática e emocionante explorar um cometa ativo. Isso poderá ser feito no ano de 2061, quando o histórico Cometa Haley irá etornar ao nosso Sistema Solar interior.
Astronautas poderiam, a princípio, pousar no cometa antes que ele se aproxime demais do Sol.
Antes dos cometas, a próxima grande façanha humana será a conquista de Marte.
Por que Marte é o próximo candidato? Os gigantes gasosos distantes do Sistema Solar exterior apresentam problemas intransponíveis. Seu cinturão de radiação torna as visitas tripuladas extremamente perigosas, e como não possuem superfície sólida, o pouso é impossível. Mas as paisagens espetaculares das luas mais hospitaleiras significam que Júpiter, Saturno e mesmo os afastados Netuno e Urano poderiam se tornar atrações turísticas nos próximos séculos. Imagine a visão do gigantesco planeta Júpiter, em todo o seu esplendor, a partir da superfície de sua lua gelada, Ganímedes. Ou os gloriosos anéis de Saturno ocupando metade do céu, vistos de um de seus satélites, como Mimas.
Entre os planetas menores, o pequeno Mercúrio está logo ali, próximo ao Sol. Apenas uma única sonda, em vôo de passagem, conseguiu fotografar sua superfície cheia de crateras.
E o belo planeta Vênus, irmão mais quente da Terra? Poderíamos transformá-lo em um resort tropical? Apenas 15 espaçonaves – 14 delas russas – penetraram em suas nuvens sulfurosas. Mas a alta temperatura, a esmagadora pressão atmosférica e a dificuldade de locomoção impossibilitariam uma visita humana a Vênus.
Aparentemente, nem o Sistema Solar interior nem o exterior estão “implorando” por nossa presença.
Terence Murtagh - Astrônomo "O problema da exploração tripulada do Sistema Solar exterior reside em dois fatores. Primeiro, seus planetas são distantes demais, e segundo, todos eles possuem ambientes muito perigosos para os seres humanos. O Sistema Solar interior também apresenta uma série de problemas. Em primeiro lugar, temos Mercúrio: perto demais do Sol, pequeno demais, sem atmosfera. Depois temos Vênus, o “gêmeo” da Terra – um lugar possível, mas cuja atmosfera é densa e venenosa. Diante disso, só nos resta Marte: tem metade do tamanho da Terra, um pouco de atmosfera, e vários outros fatores. Isso significa que Marte será o lugar onde estabeleceremos a primeira colônia humana."
Locais de férias em Marte
Monte Olimpo:Famosa por ser a maior montanha conhecida do nosso Sistema Solar. Seu topo se eleva a 24 km sobre a planície marciana, possui um diâmetro de mais de 500km e despenhadeiros de até 6.000 metros. Seria preciso empilhar três Montes Everest para se aproximar da imponência do tamanho do Monte Olimpo.
Ao observar Marte do espaço, é possível observar uma larga faixa que atravessa a superfície do planeta. Trata-se de um sistema de cânions que mede 4.000km de comprimento e 200 km de largura. Com 7km de profundidade, Valles Marineris é provavelmente a maior fenda do nosso Sistema Solar. Localizada ao longo do Equador de Marte, acredita-se que tenha se formado milhões de anos atrás, junto com os vulcões gigantes.
É uma enorme cratera de impacto no hemisfério sul de Marte, com cerca de 6 km de profundidade por 2000 km de diâmetro. Esta região é cheia de crateras muito antigas e se parece com a paisagem da nossa Lua.
Esta saliência na superfície marciana pode ser vista do espaço e mede 4000 km de largura por 10km de altura. É um planalto vulcânico localizado perto do equador. Os maiores vulcões conhecidos do nosso Sistema Solar encontram-se aqui.
Missões Spirit e Opportunity
Lançamento da Spirit: 10 de junho de 2003 Lançamento da Opportunity: 17 de julho de 2003
Chegada da Spirit: 3 de janeiro de 2004 – Horário do Pacífico (4 de janeiro de 2004 TUC) Chegada da Opportunity: 24 de janeiro de 2004 PST (25 de janeiro 25 de 2004 TUC)
Em janeiro de 2004, dois geólogos robóticos chamados Spirit e Opportunity pousaram em lados opostos do planeta vermelho. Com muito mais mobilidade que a sonda Mars Pathfinder de 1997, estes exploradores percorreram quilômetros da superfície marciana, conduziram estudos geológicos e realizaram observações atmosféricas. Transportando conjuntos de instrumentos científicos idênticos e sofisticados, as duas sondas encontraram evidências de que existiram condições habitáveis e intermitentemente úmidas em ambientes de Marte no passado.
Durante as aterrissagens dos exploradores, pára-quedas foram acionados para suavizar a descida, foguetes desaceleraram ainda mais os equipamentos antes do impacto, e airbags foram inflados para amortecer o pouso. Depois de ricochetearem e girarem até parar, uma estrutura protetora em forma de pétalas se abriu, colocando-os na posição vertical. Ela serviu também como uma plataforma a partir da qual os exploradores podiam percorrer a superfície marciana.
Desde que partiram dos locais de aterrissagem, os exploradores gêmeos enviaram à Terra mais de 100.000 Imagems espetaculares, coloridas e em alta resolução, do terreno marciano, assim como Imagems microscópicas detalhadas de rochas e do solo. Quatro espectrômetros diferentes acumularam informações inéditas sobre a composição química e mineralógica das rochas e do solo de Marte. Ferramentas especiais para abrasão de rochas, nunca antes enviadas a outro planeta, permitiram aos cientistas atravessar as superfícies empoeiradas e desgastadas das rochas para examinar seu interior.
Cada explorador pesa cerca de 180 quilos. Dois anos e meio depois de aterrissar, ambas as sondas ainda estão funcionando e superaram com folga as expectativas iniciais de 90 dias de duração em Marte.
Os estudos realizados pelo Opportunity nas crateras "Eagle" e "Endurance" revelaram evidências de lagos internos entre as dunas, que evaporaram para formar areias ricas em sulfato. As areias foram modificadas pela água e o vento, solidificadas em rocha e absorvidas por lençóis freáticos.O Opportunity está examinando mais sedimentos do leito rochoso ao longo da rota que vai da "Endurance" à cratera "Victoria", onde uma seção ainda mais profunda de rochas em camadas estava exposta. Isso poderia revelar novos aspectos da história geológica de Marte no Planum Meridiani.
As incursões iniciais do Spirit na Cratera Gusev revelaram uma composição mais basáltica. Entretanto, ao chegar às “Colinas Columbia”, o explorador encontrou uma série de rochas. Elas indicavam que, no passado, Marte era caracterizado por impactos externos, explosões vulcânicas e água subterrânea. Porções do solo de aspecto brilhante pouco habituais mostraram ser extremamente salgados e afetados pela passagem da água. Em "Home Plate," um local circular denominado "Inner Basin" nas “Colinas Columbia”, a Spirit descobriu rochas finamente acamadadas, geologicamente compatíveis com as encontradas pelo Opportunity, que podem apresentar indícios da presença de água na cratera Gusev no passado.
A Missão Pathfinder
Pathfinder é a missão mais ambiciosa a se aventurar no Planeta Vermelho. O explorador marciano, o robô da Pathfinder, passa por testes finais. Os especialistas da NASA fazem os preparativos para o pouso da espaçonave. As técnicas nunca foram testadas antes. A entrada da Pathfinder na atmosfera superior de Marte ocorre sem complicações, mas o pouso na superfície é espetacular. Uma fina blindagem protege a aeronave do calor intenso da entrada, à medida que ela desacelera de 27.000 km/h para 1.6000 km/h. Um sistema de para-quedas é utilizado para reduzir ainda mais a velocidade, para apenas 217 km/h. Segundos antes da aterrissagem, pequenos foguetes são disparados, e um casulo de airbags gigantes são inflados ao redor da espaçonave. A aterrissagem suave não é necessária. Em vez disso, toda a espaçonave pula como uma bola pela superfície. Cada rebote é como um toque no freio de um carro: a energia se perde e a velocidade é reduzida. A bola gigante então descansa. Lentamente, o grupo de airbags desinfla e a espaçonave gentilmente acomoda-se em seu novo lar, o solo marciano. Como uma flor cósmica, suas células solares em forma de pétalas lentamente se abrem. Ao primeiro raio do sol marciano, a energia elétrica começa a percorrer o circuito deste exótico robô.
4 de julho de 1997. Depois de pousar, a espaçonave confere todos os seus sistemas. Apesar dos sinais de rádio viajarem à velocidade da luz, eles ainda levam cerca de 10 minutos para chegar à Terra, a quase.
200 milhões de quilômetros de distância. O próximo passo da Pathfinder é instalar sensores e câmeras de televisão. Os cientistas do laboratório de propulsão à jato da NASA avaliam o estado do aterrissador e principalmente, do explorador. Depois da checagem, o explorador inicia sua missão.
Missões Futuras
A NASA está desenvolvendo um programa de exploração de Marte de longo prazo que definirá o curso das próximas duas décadas. Este programa visionário se baseará nas descobertas científicas de missões passadas, incorporando as lições aprendidas dos sucessos e fracassos anteriores.
Missões de Reconhecimento A NASA continua com o compromisso de criar mais missões de reconhecimento, como a do aterrissador Phoenix, que seriam selecionadas por meio de propostas enviadas pelos membros da comunidade científica. Tais missões podem envolver veículos aerotransportados, como aviões e balões, ou pequenos aterrissadores que funcionem como plataformas de investigação. Esta abordagem poderia abrir novas e interessantes perspectivas ao ampliar o número de locais visitados no planeta. A próxima missão de reconhecimento, chamada MAVEN, é um orbitador que irá fornecer informações sobre a atmosfera marciana, sua história climática e sua potencial habitabilidade. Seu lançamento está programado para 2013.
Envio de Amostras de Marte Na segunda década do século 21, a NASA planeja lançar novos orbitadores científicos, exploradores e aterrissadores. Uma das propostas é a missão Mars Sample Return, que irá utilizar sistemas robóticos e um foguete de ascensão para coletar e enviar amostras de rochas, solos e atmosfera para a Terra, para análises físico-químicas detalhadas. Pesquisadores na Terra poderiam mensurar as características físicas e químicas com muito mais precisão do que fariam por controle remoto. Na Terra, eles teriam a flexibilidade de fazer as mudanças necessárias para preparação de amostras, instrumentação e análise, se obtiverem resultados inesperados. Além disso, nas próximas décadas, as rochas recolhidas em Marte poderiam gerar novas descobertas, à medida que as novas gerações de pesquisadores apliquem novas tecnologias ao estudá-las.
Laboratório de Astrobiologia
Outra proposta é a criação de um Laboratório de Astrobiologia, que conduziria uma busca robótica por sinais de vida. Seria a primeira missão
Perfuração Profunda e Outras Tecnologias
A NASA está interessada em tecnologias que possam aumentar a taxa de lançamento de missões ou acelerar a programação de explorações. A agência planeja investir em recursos avançados, como instrumentos científicos miniaturizados e sistemas de perfuração profunda, capazes de adentrar centenas de metros na superfície.
Histórico de Missões
| Data de Lançamento | Nome | País | Resultado | Descrição |
|---|---|---|---|---|
| 1960 | Korabl 4 | URSS (sobrevôo) | Fracasso | Não alcançou a órbita da Terra. |
| 1960 | Korabl 5 | URSS (sobrevôo) | Fracasso | Não alcançou a órbita da Terra. |
| 1962 | Korabl 11 | URSS (sobrevôo) | Fracasso | Espaçonave destruída ao chegar à órbita da Terra. |
| 1962 | Mars 1 | URSS (sobrevôo) | Fracasso | Falha no rádio. |
| 1962 | Korabl 13 | URSS (sobrevôo) | Fracasso | Espaçonave destruída ao chegar à órbita da Terra. |
| 1964 | Mariner 3 | EUA (sobrevôo) | Fracasso | Falha ao descartar cobertura |
| 1964 | Mariner 4 | EUA (sobrevôo) | Sucesso | Enviou 21 imagens |
| 1964 | Zond 2 | URSS (sobrevôo) | Fracasso | Falha no rádio. |
| 1969 | Mars 1969A | URSS | Fracasso | Falha na aterrissagem do veículo |
| 1969 | Mars 1969B | URSS | Fracasso | Falha na aterrissagem do veículo |
| 1969 | Mariner 6 | EUA (sobrevôo) | Sucesso | Enviou 75 imagens |
| 1969 | Mariner 7 | EUA (sobrevôo) | Sucesso | Enviou 126 imagens |
| 1971 | Mariner 8 | EUA | Fracasso | Falha na aterrissagem do veículo |
| 1971 | Kosmos 419 | URSS | Fracasso | Chegou apenas à órbita da Terra. |
| 1971 | Mars 2 Orbitador/Aterrissador | URSS | Fracasso | Orbitador chegou, mas sem dados utilizáveis, e o aterrissador
foi destruído. |
| 1971 | Mars 3 Orbitador/Aterrissador | URSS | Sucesso | O orbitador obteve aproximadamente 8 meses de dados e o
aterrissador pousou em segurança, mas com apenas 20 segundos de dados. |
| 1971 | Mariner 9 | EUA | Sucesso | Enviou 7.329 imagens |
| 1973 | Mars 4 | URSS | Fracasso | Voou ao largo de Marte. |
| 1973 | Mars 5 | URSS | Sucesso | Enviou 60 imagens; só durou 9 dias. |
| 1973 | Mars 6 Orbitador/Aterrissador | URSS | Sucesso/ Fracasso | Falta de claridade na geração de dados. Falha do aterrissador
na descida. |
| 1973 | Mars 7 Aterrissador | URSS | Fracasso | Perdido, atualmente em órbita solar. |
| 1975 | Viking 1 Orbitador/Aterrissador | EUA | Sucesso | Localizou o ponto de pouso para o aterrissador. Primeira
aterrissagem bem-sucedida em Marte. |
| 1975 | Viking 2 Orbitador/Aterrissador | EUA | Sucesso | Enviou mais de 26 terabits de dados (mais do que todas as
outras missões de Marte combinadas) |
| 1988 | Fobos 1 Orbitador | URSS | Fracasso | Perdido quando se dirigia a Marte. |
| 1988 | Fobos 2 Orbitador/Aterrissador | URSS | Fracasso | Perdido perto de Phobos. |
| 1992 | Mars Observer | EUA | Fracasso | Perdido antes da chegada a Marte. |
| 1996 | Mars Global Surveyor | EUA | Sucesso | Enviou mais imagens do que todas as outras missões para
Marte. |
| 1996 | Mars 96 | EUA | Fracasso | Falha na aterrissagem do veículo |
| 1996 | Mars Pathfinder | EUA | Sucesso | Experimento tecnológico com uma duração 5 vezes superior ao
previsto. |
| 1998 | Nozomi | Japón | Fracasso | Não ingressou em órbita. Problemas de combustível. |
| 1998 | Mars Climate Orbiter | EUA | Fracasso | Extraviou-se ao chegar. |
| 1999 | Mars Polar Lander | EUA | Fracasso | Extraviou-se ao chegar. |
| 1999 | Deep Space 2 | EUA | Fracasso | Extraviou-se ao chegar (transportado pelo Mars Polar Lander) |
| 2001 | Mars Odyssey | EUA | Sucesso | Imagens de alta resolução de Marte. |
| 2003 | Mars Express Orbiter/Beagle 2 aterrissadores | ESA | Sucesso/ Fracasso | Orbitador obteve imagens detalhadas de Marte. Aterrissador
extraviou-se ao chegar. |
| 2003 | Mars Exploration Rover - Spirit | EUA | Sucesso | Tempo de operação 15 vezes superior ao previsto. |
| 2003 | Mars Exploration Rover - Opportunity | EUA | Sucesso | Tempo de operação 15 vezes superior ao previsto. |
| 2005 | Mars Reconnaissance Orbiter | EUA | Sucesso | Enviou mais de 26 terabits de dados (mais do que todas as
outras missões de Marte combinadas) |
| 2007 | Phoenix Mars Lander | EUA | A ser determinado |
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